|
• Lambe-lambe: Tarde alegre do sábado, 11 de outubro. Durante a Oktoberfest, mesmo preso na mesa de informações, consegui dar umas escapadas para realizar as minhas andanças. Consegui falar com alguns associados e visitantes e também vendi algumas rifas do Pão de Mel da Cynthia. Na hora de fotografar, entretanto, em razão da minha duvidosa competência no assunto, tive que pedir ajuda.
• Sem jeito: Brilhante a apresentação da Blumenberg Volkstanz. Melhor ainda a participação do público. Rosângela Bianchini tentou, com muito bom humor, trocar alguns passos com os dançarinos do grupo, ficou legal. Quem também arriscou algumas coreografias foi o Chef Harald Engelbart, de uniforme e tudo. Meio sem jeito, mas valeu a tentativa.
• Filas & Filas: A Oktoberfest foi um sucesso de público e de renda. As filas que se formaram em frente aos caixas, se, por um lado, chatearam, por outro também encheram de prazer os organizadores, afinal, o pessoal veio prestigiar. Mais um recorde! Foi o maior público de eventos dos últimos anos.
• O bom filho: De volta à direção do Bolão após sete anos, João Batista Collet Solberg, o Tista, cheio de gás atendia a todos com a alegria que lhe é peculiar. Abriu as instalações do Bolão para apresentá-lo aos associados e aos demais visitantes. Um gesto muito simpático. Quando fui pedir uma entrevista, o rapaz valorizou o passe e não quis falar.
• Pouca intimidade: Há alguns anos venho lembrando aos associados e demais visitantes para o correto estacionamento de seus automóveis quando da realização de grandes eventos. Pode parecer incrível, mas ainda há gente que atravessa o carro entre as vagas, ocupando duas e atrapalhando o fluxo das demais. É necessário que os freqüentadores atentem para este detalhe. O estacionamento parece pequeno, mas, na realidade possui 220 vagas. Cabem todos, basta um pouco de intimidade com volante.
• Gil: Há alguns anos aqui chegava um jovem alto, magro, em seus 18 anos para trabalhar de ajudante de cozinha. Seu trabalho era lavar pratos, talheres e manter limpas as instalações da cozinha. Aos poucos, com muita curiosidade e interesse o rapaz foi aprendendo. Conquistou a confiança da chefia, dos diretores, associados e visitantes. Passou a ajudante da cozinha e depois a 2º cozinheiro. Seu trabalho hoje tem o respeito da diretoria e dos associados. Vinte anos depois ele divide as responsabilidades na cozinha do restaurante do clube. Gil tem demonstrado, ao longo destes anos, com muita discrição, uma competência ímpar e não poderíamos deixar de citá-lo.
• Ser sócio da Germania é: “É um privilégio, sua localização é maravilhosa e as pessoas que freqüentam são diferenciadas. Para mim é a continuação da minha casa, desfrutando dos amigos e as atividades como hidroginástica, numa tão bem localizada; é um oásis no Rio de janeiro.” Estas palavras foram escritas pela associada Norma Strattner, membro do quadro social do clube há 52 anos.
• Um brinde a 2009: O boletim 48 fecha o ano. E fecha com chave de ouro ou, pelo menos, com a chave do otimismo. Digo isto porque durante as minhas andanças pelas festas pude conversar com alguns associados e, a maioria expressou seu otimismo com relação ao clube. Segundo eles, há muito para fazer, mas se cada um fizer a sua parte, no final teremos um somatório de sucessos. A receita é simples! Vamos brindar a chegada de 2009, se possível do tamanho do brinde oferecido por Dietmar Schupp, o associado da capa deste bimestre.
Seja bem vindo 2009!
*****
>> Ao amigo com carinho - Nelson
Cunha (2006)
>> 100 anos de história em 2006
- Oswald Müller
|